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LEIS DA RIQUEZA — LIÇÕES FUNDAMENTAIS GANHAR (B)


Como desenvolver estruturas financeiras sólidas e duráveis

Para desenvolver estruturas financeiras sólidas e estáveis, em primeiro lugar, você precisa desenvolver um novo modo de pensar, baseado no paradigma da abundância universal.
O Universo é um lugar potencialmente abundante e Deus quer o melhor para os seus filhos: evolução e abundância. Mas, infelizmente, a maioria das pessoas recebe como herança familiar o pensamento de escassez. Assim, seguem a vida pensando que, no mundo, não há o bastante para todos. E, como se trata da maioria, a sociedade torna-se cada vez mais competitiva, com pessoas defendendo com unhas e dentes seus bens materiais e estabelecendo prioridades equivocadas, nas quais o menos importante passa a ter mais importância.

Aprenda a priorizar
Imagine que você precisa colocar cinco pedras grandes em um recipiente cheio de pedregulhos. Essas cinco pedras grandes representam as cinco áreas mais importantes da sua vida: saúde (S), finanças (F), relacionamentos (R), espitirualidade (E) e vida profissional (P).
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Se tentar acomodar as pedras sobre os pedregulhos, não conseguirá fechar o recipiente; mas se você pegar um recipiente vazio (novo paradigma) e colocar as pedras grandes primeiro, terá espaço de sobra para colocar os pedregulhos e conseguirá fechar o recipiente sem problemas. E ainda conseguirá colocar uma boa porção de água entre as pedras e os pedregulhos, e fechar o recipiente!
Na Matemática, a ordem dos fatores não altera o produto; mas, na vida, altera. Se você executar primeiro as atividades prioritárias, terá tempo para as pequenas coisas. O contrário, porém, não é verdadeiro.Tente arrumar o porta-malas de um carro começando por acomodar a bagagem de mão no seu interior e, provavelmente, terá de levar a mala de roupas no assento traseiro.
É fundamental estabelecer as prioridades certas e executá-las na ordem de importância.
Pense diferente
Mude o seu modo de pensar e você mudará as suas prioridades. Isso modificará a sua forma de lidar com o dinheiro e, principalmente, a sua forma de investi-lo, para que ele passe a trabalhar para você, e não o contrário.

Ter e usufruir de bens materiais não é pecado. Pecado é apegar-se à matéria. Caixão não tem gaveta e mortalha não tem bolso. Quando formos embora deste planeta, tudo o mais ficará aqui, menos a nossa evolução de consciência.

Características do pensamento
Os pensamentos têm a capacidade de expandir crenças que, em geral, se autoperpetuam, aumentando a sua área de influência. Mas os pensamentos também têm a característica de perenicidade: eles permanecem em nossa mente por indeterminado tempo, caso não sejam repensados ou alterados. E eles também têm poder criativo. Tudo no universo físico foi, um dia, um pensamento seu, de outra pessoa ou do Divino Criador. Mude seus pensamentos em relação ao dinheiro e a sua vida financeira mudará também.


Dr. Lair Ribeiro, Palestrante internacional, ex-diretor da Merck Sharp & Dohme e da Ciba-Geigy Corporation, nos Estados Unidos, e autor de vários livros que se tornaram best-sellers no Brasil e em países da América Latina e da Europa. Médico cardiologista, viveu 17 anos nos Estados Unidos, onde realizou treinamentos e pesquisas na Harvard Unversity, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University.

Via, comprecerto.com.br

O poder da escrita

Uma das contribuições dos sumérios para o desenvolvimento da Humanidade foi o seu sistema de escrita: uma série de pictogramas (pequenos desenhos) faziam referência aos conceitos que pretendiam ser transmitidos. Daí se desenvolveu o conceito de ideograma, seguido pelo uso de sinais arbitrários para palavras e elementos fonéticos ou de símbolos que representavam o som de uma palavra ou de parte dela. Na China, os ideogramas proliferaram e foram padronizados. Em outras civilizações, os sinais fonéticos foram os únicos mantidos, a exemplo dos fenícios , que desde 1000 a.C. davam forma ao alfabeto que usamos hoje.
Desde então, a escrita vem sendo associada a civilização. A invenção, que convertia a palavra falada e tornava-a fixa e transmissível ao longo das gerações, era uma importante ferramenta, principalmente, para a árdua tarefa de administração dos Estados civilizados. A partir da escrita, o homem pôde organizar-se social e culturalmente. E foi além, pois, por meio da escrita, pôde criar e perpetuar sua identidade e deixar registrada na História a sua passagem.

Incorporada à existência do homem, a escrita nunca se tornou obsoleta. Ao contrário, torna-se cada vez mais importante para manter viva a essência humana.
Hoje, com o uso de celulares, notebooks, câmeras fotográficas digitais e internet, entre outros aparatos modernos, as distâncias se encurtarem e o tempo tem ficado mais escasso. Hoje, trabalha-se mais e vive-se menos, mas não em anos de vida, pois estes aumentaram. Atualmente, pessoas com 80, 90 e até 100 anos de idade caminham pelas ruas das grandes metrópoles; mas, meio século atrás, um indivíduo com 50 ou 60 anos de idade era considerado velho.

Uma epidemia do mundo moderno é o estresse, cujos principais sintomas são fadiga e falta de memória. É cada vez mais freqüente encontrar pessoas entre 25 e 50 anos com lapsos de memória. Ao contrário do que muitos pensam, essas falhas nem sempre têm origem patológica. Distração, ansiedade, estresse, depressão e até mesmo bloqueios emocionais podem desencadear lapsos de memória.
A memória divide-se em antiga e recente. A primeira é relacionada ao processo de aprendizagem, e a segunda, também chamada “memória de trabalho”, é ocupada por fatos do cotidiano, pouco relevantes para serem armazenados definitivamente. É importante saber que essa memória tem capacidade limitada; portanto, é preciso administrar bem o que é colocado nela para não sobrecarregá-la.
Apesar dos esforços da ciência, a melhor maneira de manter a memória afiada é a prevenção. Um dos recursos que podem e devem ser utilizados é a milenar técnica da escrita.

Escreva! Deixe tudo registrado. Tenha uma agenda. Anote todos os seus compromissos e tarefas diárias. Você aliviará cérebro e se sentirá revigorado, pronto para assumir as tarefas mais importantes com eficácia e destreza.
Escrevendo, você também aprende a definir suas metas, traçar planos de ação e atingir seus objetivos. A partir do momento que você registra algo, seu cérebro se compromete e passa a atuar em prol da realização daquilo que foi registrado. Ao escrever um diário, por exemplo, você terá uma importante ferramenta para fazer follow-up e verificar se está agindo no sentido certo ou se é preciso mudar alguma coisa. Colocar no papel a sua reação depois de conquistar um objetivo desejado também é um excelente meio de induzir o cérebro a buscar a repetição desse momento. Da mesma forma, extravasar, por meio da escrita, sentimentos como ódio, raiva, medo e rancor libera mente e coração de sensações ruins e prejudiciais. Portanto, escreva!

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Dr. Lair Ribeiro, médico, viveu 17 anos nos Estados Unidos, adquirindo grande experiência nos campos educativo e empresarial, além de treinamento médico na Harvard University, como Research Fellow. Semanalmente escreve suas matérias no Jornal Compre Certo, com objetivo de levar ao povo da região, uma pequena semente da árvore da sabedoria, que sem nenhuma dúvida, pode mudar a sua vida! Aqui você encontra as mensagens publicadas semanalmente em nosso jornal

Recursos da Inteligência : Intuição: Estimulando a Função Intuitiva

Intuição é a antecipação que permite planejar e tomar decisões corretas com base em dados incompletos. Não existem meios científicos para medir, avaliar ou classificar a intuição, mas, ainda assim, ela constitui uma forma de conhecimento inquestionável. Quem diz que não a tem é porque ainda não sabe como tornar-se receptivo para percebê-la, pois ela está presente — e de modo constante — no dia-a-dia de cada um de nós.

Como a intuição resulta da comunicação entre os hemisférios direito e esquerdo do cérebro, e essa interação acontece no inconsciente, seguindo um processo que escapa à logica e à linearidade do pensamento, é preciso ter um certo preparo para acessar as informações disponibilizadas pela intuição. Para isso, existem algumas regras básicas, que são:
• Estimular os cinco sentidos de forma a recuperar a percepção clara de cada um deles.

• Aprender a lidar com dados objetivos e subjetivos da mesma forma, sem deixar que o lado racional se sobreponha às emoções e impressões.

• Aprender a formular perguntas diretas e sem ambigüidade.

• Distanciar-se mentalmente da questão para a qual deseja intuir alguma resposta.

• Manter-se sempre atento, pois evidências saltam aos olhos quando se está atento.

• Estar sempre aberto para a aquisição de novos conhecimentos, pois um “banco de dados” maior permite maior número de associações e conclusões, mesmo que não seja pela mente lógica e analítica.

• Reservar um tempo na rotina diária para a prática do silêncio mental.

• Acostumar-se a anotar e a interpretar sonhos, bem como a registrar impressões marcantes sobre determinadas coisas como forma de familiarizar-se com os meios de comunicação com o inconsciente.

Em relação à intuição, as pessoas costumam se mostrar:
1. céticas, tendendo à racionalidade;

2. desconfiadas, não levando muito a sério suas manifestações;

3. excessivamente crentes, atribuindo a intuição a poderes misteriosos.

Para cada caso, uma recomendação:
1. No caso de pessoas céticas, é recomendável que procurem estimular o acesso à intuição, encurtando o caminho para suas decisões;

2. No caso de pessoas desconfiadas, seria conveniente que levassem mais a sério as manifestações da sua intuição para que estas possam se tornar freqüentes e os benefícios possam ser mais efetivos;

3. E no caso de pessoas excessivamente crentes, o ideal é que desvinculem a intuição da aura de mistério em que a colocam e aprendam a usá-la melhor, como antecipando-se a pequenos fatos, por exemplo.

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Dr. Lair Ribeiro, médico, viveu 17 anos nos Estados Unidos, adquirindo grande experiência nos campos educativo e empresarial, além de treinamento médico na Harvard University, como Research Fellow. Semanalmente escreve suas matérias no Jornal Compre Certo, com objetivo de levar ao povo da região, uma pequena semente da árvore da sabedoria, que sem nenhuma dúvida, pode mudar a sua vida! Aqui você encontra as mensagens publicadas semanalmente em nosso jornal

Como anda a sua vida financeira?

Vivemos em uma sociedade que valoriza muito o dinheiro, mas não somos educados, desde a infância, para lidar com ele. Ao contrário, crescemos cheios de crenças negativas a respeito de dinheiro. Mas, quando nos tornamos adultos, esperam que tenhamos maturidade financeira e nos tornemos pessoas bem-sucedidas e financeiramente independentes. Em geral, quando criança, ninguém aprendeu que ser bem-sucedido ou malsucedido na vida depende da sua relação com o dinheiro.

Há muitas crenças e mitos sobre dinheiro, quase sempre associando-o a corrupção, egoísmo, sujeira, pecado. Muita gente acredita que é preciso travar um embate sangrento e violento para ter dinheiro, associando sua conquista a muita luta e sofrimento. O problema é que essas crenças e pensamentos negativos a respeito de dinheiro podem minar as suas expectativas de se tornar uma pessoa financeiramente independente.

Como todo mundo, você deve ter ouvido muitos absurdos sobre dinheiro ainda na infância, dentro de casa, ditos por seus pais, avôs, tios e professores. Ou seja: ouviu coisas negativas sobre dinheiro ditas por pessoas que você respeitava como autoridade e em uma idade em que, como esponja, você absorvia tudo o que lhe fosse dito. Resultado: tais valores ficaram em você e se levantam como barreiras poderosas cada vez que você se depara com situações que envolvam dinheiro.

Mas há outros problemas sérios relacionados a dinheiro, como as síndromes da falta do afeto e a da dependência. No primeiro caso, a pessoa associa dinheiro a falta de afeto; no segundo, a dependência afetiva faz com que ela não consiga ganhar o suficiente para ser financeiramente independente.
Heranças, por incrível que pareça, também constituem um problema. Por estarem associadas à morte, exigem que o herdeiro se liberte desse estigma e aceite o dinheiro herdado sem culpa ou remorso. Enquanto isso não acontece, o herdeiro fará o possível para livrar-se do dinheiro rapidamente, seja de modo perdulário ou em negócios malsucedidos.

Há também a síndrome de desaprovação dos pais, que incita sentimentos de culpa, medo ou revolta, dificultando que a pessoa conquiste sua prosperidade. O problema surge quando a pessoa desenvolve um medo inconsciente de se tornar mais bem-sucedida que seus pais ou quando estes a pressionam para que obtenha sucesso. Em ambos os casos, o sucesso passa bem longe da pessoa!
O primeiro passo para a independência financeira é harmonizar-se com o dinheiro, desenvolvendo com ele uma relação de amizade, sempre com pensamentos positivos a respeito de dinheiro, riqueza, prosperidade, abundância e ambição.

Tenha sempre em mente que o Universo é potencialmente abundante e que não é preciso que alguém perca para que você seja vitorioso. Ao contrário, ambos podem sair triunfantes! Ao jogar o jogo do ganha-ganha, você e o outro sempre saem ganhando, contribuindo para expandir ainda mais a riqueza universal. Saiba que ter ambição, desejar ganhar dinheiro e enriquecer, sempre jogando o jogo do ganha-ganha, não é pecado. Assim como tornar-se mais próspero que seus pais não deve ser um fardo para você, mas simbolizar a sua gratidão pela forma como eles o criaram. Lembre-se de que temos plenos poderes sobre os nossos pensamentos e que estes são os responsáveis pela nossa realidade. Portanto, empenhe-se em formular pensamentos extremamente positivos e você terá um incentivo a mais na busca por felicidade e realização pessoal.




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LEIS DA RIQUEZA - LIÇÕES FUNDAMENTAIS para GASTAR 2

A matemática governa o mundo, inclusive nossa vida financeira. Quando nos falta agilidade para pensar matematicamente, encontramos dificuldade, inclusive, para enfrentar as situações do dia-a-dia.
Os rituais da riqueza
Para Tod Barnhart, consultor financeiro e autor bem-sucedido na mesma área, existem cinco rituais da riqueza: 


1. Pague a si mesmo em primeiro lugar.


2. Faça o que gosta e o dinheiro virá.


3. Planeje e o mapa se transformará em território.


4. O dinheiro flui para onde ele é mais bem-cuidado.


5. É dando que se recebe. Doar e receber são os dois lados da mesma moeda.


Você sabe gastar?
A maioria das pessoas dirá que sabe e que para gastar, basta ter dinheiro! Se você pensa assim, precisará pensar diferente, caso queira viver bem financeiramente.


Gastar, assim como ganhar dinheiro, não se aprende na escola. Por sinal, é nos bancos escolares que uma série de conceitos equivocados sobre o assunto podem ser reforçados.


Apesar de todas as mudanças pelas quais o mundo tem passado, estranhamente, as noções sobre dinheiro e como obtê-lo têm se modificado muito pouco. O motivo disso é que tais noções se perpetuam pelos conselhos que são transmitidos de pais para filhos, sucessivamente. Então, quem sabe ganhar dinheiro sabe ensinar os seus sobre o assunto. Já quem não sabe é porque nunca teve sábios conselhos e, conseqüentemente, continuará transmitindo conselhos que não foram de muita serventia.


Em geral, os pais costumam repassar à escola a responsabilidade pelo sucesso financeiro de seus filhos. É na escola, pensam eles, que seus filhos aprenderão uma profissão, na qual trabalharão muito e poderão ganhar muito dinheiro. Por causa disso, as famílias pouco falam de dinheiro, exceto para reclamar da falta dele. No entanto, não é isso o que as pessoas abastadas fazem. Quem sabe ganhar dinheiro e valoriza essa habilidade, sem conceitos falsos ou preconcebidos, fala abertamente sobre dinheiro com seus filhos, complementando-lhes a educação acadêmica com a educação financeira.


Algum dia na vida, já ouvimos de nossos pais, tios, avós ou de alguma pessoa mais velha da família que, se quiséssemos ficar ricos, teríamos de trabalhar muito e estudar muito. 
A relação entre trabalhar muito, estudar muito e riqueza é meramente casual.






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LEIS DA RIQUEZA - LIÇÕES FUNDAMENTAIS PARA GASTAR

Educação é fundamental, mas a melhor herança que um pai pode deixar ao seu filho é a educação levada à competência de ação.

A forma como as pessoas gastam o dinheiro que possuem (e até o que não possuem) tem muito a ver com o repertório de crenças que elas têm.


Veja essa situação, por exemplo: uma pessoa que cresceu ouvindo dizer que para ser alguém na vida é preciso estudar, quando tem um filho, se esforça para dar a ele a melhor educação possível. Se ela sabe por experiência própria o quanto é difícil trabalhar e estudar, ela não deixa seu filho fazer isso e financia seus estudos e diversão. E dá a ele um cartão de crédito. Depois, quando o filho faz um rombo na sua conta bancária, ela diz que ele não sabe gastar. 

Ela não pode criticar a forma como seu filho gasta o dinheiro; afinal, ela deu um cartão de crédito a um adolescente que, antes de aprender a ganhar, já está se especializando em gastar!

Emoção e compulsão
Um adolescente pode ser equilibrado em relação a gastar dinheiro, mas não se espera dele exatamente isso. Afinal, no início da adolescência, somos pura emoção. Mas, o que leva uma pessoa adulta a gastar, por exemplo, duzentos dólares em um vidro de perfume? Pode ser por prazer, mas, na maioria das vezes, é compensação e compulsão. E, nesse caso, não há dinheiro que chegue.

De onde vem o problema
O hábito de gastar emocional e compulsivamente faz parte do rol das programações mentais que precisam ser reprogramadas, cuja origem, geralmente, se encontra na infância. 

 

Gastar, hoje, é um paliativo para todo tipo de desordens emocionais. 
Assim como as crianças de hoje, os atuais jovens adultos e adolescentes também tiveram pais que trabalhavam o dia todo. A maioria desses pais, para compensar a atenção e o afeto que não tinham tempo de dar aos seus filhos, davam-lhes presentes. Muitas dessas crianças cresceram com esse link entre presentes e satisfação de carências emocionais. Assim, quando a ocasião se apresenta, elas não esperam mais os presentes dos pais, mas vão em busca de presentes, gastando o que têm e o que não têm.

Fala-se, hoje, em shopping-terapia para resolver problemas de baixa auto-estima, por exemplo. Por outro lado, existem grupos populares de apoio que tratam o tema com seriedade. Mas o fundamental é a pessoa perceber o abismo onde está se enterrando — e enterrando as suas chances de enriquecer — e reprogramar-se mentalmente para estabelecer relações saudáveis entre as suas emoções e o dinheiro, que são coisas totalmente distintas.
Dizem que há regras para ricos e para outras pessoas. Como você não terá condições de ensinar seus filhos a ganhar dinheiro, a menos que aprenda a fazê-lo, comece a prestar atenção no que as pessoas ricas fazem e aprenda com elas. Mantendo o foco correto, você verá que o milionário gasta com muito mais critério do que quem tem pouco. 

O rico valoriza e respeita o dinheiro que possui, avaliando sempre o retorno que obterá com suas aquisições. Já as outras pessoas costumam gastar de forma emocional e do jeito que elas pensam que os ricos gastariam. Muitas vezes, acabam ostentando uma riqueza que não possuem, mas que poderiam possuir se adotassem os critérios dos ricos em relação a ganhar e, principalmente, a gastar dinheiro.
Afirmação para a Lei do Gastar (escreva-a três vezes, durante 21 dias): 
Tudo aquilo que eu gasto volta para mim multiplicado.





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VALORIZE SUA MARCA - MARKETING PESSOAL

Certamente, você já ouviu falar em marketing pessoal, mas, não creio que tenha se convencido da importância de praticá-lo para ser bem-sucedido na vida. Por isso, apresentarei aqui alguns argumentos para você convencer-se da sua importância e dispor-se a praticá-lo imediatamente!O primeiro passo consiste em mexer nos porões escuros da mente e jogar fora todas as suas crenças prejudiciais e destrutivas, como: 

• Dinheiro é sujo.
• Não dá pra ter tudo na vida.
• Quanto mais alto se sobe, maior é o tombo.
• É melhor ser pobre e honesto do que rico e desonesto.

 
Essas crenças negativas foram adquiridas lingüisticamente e, portanto, podem ser removidas também lingüisticamente. Basta querer e acreditar que afirmações positivas, declaradas com autoridade, podem ser colocadas no lugar das suas crenças negativas. 

O passo seguinte envolve autoconhecimento. Conhecendo-se, você identifica suas aptidões, talentos, fraquezas e medos, tornando-se consciente do seu ponto de partida. Nesse processo, seja realista. Olhe-se com o mesmo olhar crítico que você é capaz de lançar sobre outras pessoas. Olhe-se com isenção, sem ser muito duro nem muito complacente. Procure observar-se de fora, como se você fosse o outro. 

Por fim, descubra o que os outros pensam e falam sobre você. Mas, prepare-se, pois existe um verdadeiro abismo entre a imagem que fazemos de nós mesmos e a que os outros têm a nosso respeito. Faça os ajustes necessários para estabelecer uma congruência entre a sua auto-imagem e aquela que você projeta. Jogue limpo. Se não souber o que a outra pessoa pensa sobre você, pergunte! 

Feito isso, chegou a hora de traçar um plano de ação. Lembre-se: Marketing Pessoal é um processo de venda em que o “produto” é você. E para que os “clientes” o comprem, é preciso que você esteja comprometido consigo mesmo. Não basta uma boa embalagem. É preciso que o conteúdo seja autêntico! Você tem de acreditar em cada palavra que diz sobre si mesmo e sobre aquilo que diz que é capaz de fazer, pois se você não acreditar, dificilmente alguém acreditará.

Você sabe qual é o seu público-alvo? A quem interessa saber que você existe e que é bom em determinada atividade? Quem pagaria pela habilidade ou talento que você tem a oferecer? 

De acordo com a sua área de atuação profissional, é possível determinar um público-alvo, que deve ser cadastrado e mantido atualizado para que você possa colocar em prática uma política de relacionamento. Mas, mais importante que isso são os contatos pessoais que você pode fazer em congressos, cursos e outras atividades pertinentes à sua área de atuação. 

Quando se fala em cultivar relacionamentos, nunca é demais lembrar da Lei Paretto e concentrar-se nos 20% que poderão provocar uma melhora de 80% em sua vida! 

Como um “produto”, você tem de conquistar clientes, e a interface mais importante de um produto com seus potenciais consumidores é a embalagem. No caso, sua embalagem é o seu modo de vestir-se, a sua postura pessoal e profissional, sua expressão corporal e o que você fala. Esse conjunto é a sua marca. Mantenha-se atento ao meio em que estiver inserido, procurando sempre estar adequado a ele, desenvolva suas habilidades de comunicação e mantenha-se sempre atualizado. Trabalhe para que a sua marca ocupe um lugar de destaque na mente daqueles com as quais você se relaciona, cuidando para que todo o conjunto seja harmonioso e, para que a embalagem e o conteúdo sejam congruentes! Caso contrário, o resultado pode ser devastador!



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Do - comprecerto.com.br






 

 
 
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