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Por que 2011 será o ano da computação nas nuvens?

 Os grandes nomes da internet investem pesado para que você passe a utilizar a computação nas nuvens ainda neste ano.  


Embora o termo não seja recente e que os primeiros serviços a utilizarem a computação nas nuvens já tenham alguns anos, a tecnologia está em ebulição pelos quatro cantos da internet. Grandes empresas do ramo investem pesado em desenvolvimentos e a “cloud computing” quase sempre é o foco de suas conferências.
Descubra qual é o mistério por trás da computação nas nuvens e por que a tecnologia está prestes a dar um grande salto. Mesmo que você nem saiba exatamente a que ela se refere, logo ela fará parte do seu dia a dia.
Leia mais: O QUE É COMPUTAÇÃO EM NUVENS?

Sai o hardware, entram as nuvens

Cloud computing é um termo bastante abrangente que define os dados que não se encontram em um computador específico, mas sim, em uma rede. Pode-se dizer que a informação está em determinado PC, mas não que ela pertence a ele. Dessa forma, dados podem ser acessados e editados a partir de diferentes máquinas, refletindo o resultado em todas as demais.
Um bom exemplo é a sincronização de arquivos nas nuvens: a partir de um espaço comum a múltiplos computadores, qualquer arquivo adicionado a ele também é transferido a todas as demais máquinas da rede. No entanto, caso um desses computadores pife e todos os seus dados sejam perdidos, a informação continua intacta, pois não depende do hardware.
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Armazenamento e sincronia

Assim, entra em cena a finalidade mais explorada da computação nas nuvens até o momento: o armazenamento e a sincronia de arquivos. Instalando o plugin do Dropbox, por exemplo, você reserva um espaço da máquina para a sincronia com as nuvens. Toda e qualquer mudança feita nesse espaço reservado se reflete em todos os demais computadores que também contem com o aplicativo. Da mesma forma, seu espaço também pode ser acessado diretamente a partir da rede.
De maneira um pouco mais simples, funcionam o Amazon Cloud Drive e o Microsoft Skydrive, nos quais você basicamente ganha um espaço para salvar e compartilhar seus arquivos em um drive virtual na rede. Quando precisar, você pode acessar e editar seu conteúdo a partir da rede, como qualquer outro diretório do seu computador.

Os gigantes entram na briga

Junto do seu novo sistema operacional portátil (o iOS 5, lançado ainda neste ano), a Apple anunciou o iCloud. De maneira prática e intuitiva, o aplicativo integra dados do seu computador Mac ou Windows com seu iPhone, iPad ou iPod Touch. A grande vantagem é que a sincronização já não se refere apenas a dados aleatórios, mas sim a emails, lista de favoritos do seu navegador e até mesmo a localizadores do aparelho.
Da mesma forma, os usuários também não precisarão mais se preocupar em transferir músicas ou fotos para o aparelho, ou mesmo em resgatá-las no seu computador, pois o serviço deve se encarregar disso de maneira muito mais prática. Mas assim como os demais serviços de sincronia de arquivos, quem quiser contar com mais espaço nas nuvens deve desembolsar para o serviço.
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Google Music

Temporariamente disponível apenas para o território estadunidense, o Google Music já está em fase aberta de testes. Trata-se de uma solução criada pelo Google para manter sua coleção de músicas sempre junto de você. As faixas podem ser adicionadas e ouvidas a partir de qualquer computador, mesmo quando desconectado da rede. A ferramenta promete ainda auxiliá-lo a criar listas de reprodução baseadas no humor do usuário.
Não é de hoje que o Google investe em serviços nas nuvens. O próprio Google Docs segue esse mesmo conceito, já que qualquer usuário utiliza um serviço executado a partir de servidores remotos. Na verdade, o Google Maps e o próprio Gmail funcionam de maneira parecida: seu computador acessa um software que roda a partir da internet.

Serviços nas nuvens

Surge aqui a segunda e mais promissora alternativa da computação nas nuvens: a execução remota de aplicativos. Nesse caso, servidores rodam um programa ou acessam uma determinada informação enquanto o PC do usuário empresta apenas seu monitor, mouse e teclado para que você interaja com o serviço.
Muitas empresas de tecnologia apostam nesse rumo como o futuro da internet para os próximos anos. Além de já disponibilizar diversos serviços que rodam a partir das nuvens, o Google também desenvolve um sistema operacional totalmente baseado nesse conceito: o Chrome OS.
Nele, os computadores precisariam de uma quantidade mínima de informações para serem inicializados e acessariam todos os programas adicionais pela internet. Como todas as informações viriam das nuvens, computadores assim não precisariam de um hardware robusto e provavelmente teriam um custo reduzido. Isso ajudaria na difusão da tecnologia pelas mais diferentes camadas sociais.

Outros exemplos de aplicativos nas nuvens

Também exclusivos para moradores dos Estados Unidos são os serviços Hulu e Netflix. Diante de uma assinatura, os usuários têm à sua disposição uma infinidade de filmes e séries de TV por meio de streaming. Já se você pretende retocar fotos ou editar imagens, a Adobe disponibilizou uma versão totalmente online do PhotoShop.
Mas se você pensa que computação nas nuvens só funciona com aplicações leves e que jamais comportará serviços que exigem alto desempenho do computador, conheça o RealityServer da NVIDIA. Trata-se de servidores remotos especializados na renderização de cenas complexas. Dessa forma, imagens ricas em detalhes e em efeitos de luz são renderizadas em poucos segundos em qualquer computador com acesso à internet.

Games nas nuvens

E que tal dizer que qualquer computador conectado à rede é capaz de executar Crysis? Com o serviço OnLive, inaugurado no início de 2011, isso já é possível. Nele, os jogos são rodados a partir de servidores remotos, deixando para sua máquina apenas o trabalho de reproduzir uma transmissão via streaming e o de enviar os comandos para o servidor. Todo o processamento gráfico é feito remotamente e chega até você por cloud computing.
Claro que, dependendo da distância entre o seu computador e a máquina que executa o game, isso pode desencadear um pequeno atraso no tempo de resposta entre os comandos e as imagens. Para utilizar o serviço, os jogadores precisam pagar por uma assinatura mensal e, a partir de então, comprar ou alugar os títulos.
O mais impressionante é que o serviço já se encontra em pleno funcionamento e pode ser testado gratuitamente pelo primeiro mês, inclusive no Brasil. A parte desanimadora é que, para jogar nas nuvens com qualidade satisfatória, você precisa de uma generosa banda larga (por volta de 20 Mbps) e com uma conexão estável, algo bastante raro em nosso país. Só nos resta torcer para que as bandas brasileiras se alarguem para a chegada das novas tecnologias.
E você, caro usuário? Está pronto para abandonar seu investimento em hardwares, ou acha que a computação nas nuvens ainda é uma realidade utópica em nosso país? Quais recursos você gostaria de ver com o a popularização de tal tecnologia?

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 Em breve seu computador estará nas nuvens 

A computação nas nuvens, em inglês chamada de “cloud computing”, é uma tendência na internet do futuro. Mas você sabe o que significa essa expressão?

Acredita-se que no futuro ninguém mais precisará instalar nenhum software em seu computador para desempenhar qualquer tipo de tarefa, desde edição de imagens e vídeos até a utilização de programas de escritório (Office), pois tudo isso será acessível através da internet.
Estes são os chamados serviços online. Ou seja, você simplesmente cria uma conta no site, utiliza o aplicativo online e pode salvar todo o trabalho que for feito para acessar depois de qualquer lugar. É justamente por isso que o seu computador estará nas nuvens, pois você poderá acessar os aplicativos a partir de qualquer computador que tenha acesso à internet.
Nuvem.

O Google é uma empresa que acredita muito de que isso já está se tornando realidade, pois já traz uma porção de aplicativos que rodam diretamente em seu navegador. Dentre os mais famosos serviços do Google podemos citar:

• GMail e Google Talk: o GMail em si já pode ser considerado um cliente de email, pois traz uma porção de funções para organizar não só emails, mas também os arquivos que são recebidos junto com ele. Também possui filtros de mensagens e incorpora o seu mensageiro oficial, chamado Google Talk.

• Google Maps: é o parente mais próximo e simples do Google Earth. Através dele você também pode navegar para qualquer lugar do mundo digitando uma referência. Além disso, permite que você crie trajetos para andar de carro pela sua cidade partindo de um ponto e tendo uma certa localização como destino.
• Google Docs: com uma porção de ferramentas no estilo Office, você pode acessar um ótimo processador de textos (como o Word), uma ferramenta para planilhas (como o Excel) e até mesmo criar e visualizar apresentações de slides (como o PowerPoint).
Google Docs.
• iGoogle: mesmo que o nome tenha uma estranha semelhança com produtos da Apple, o iGoogle não tem nenhuma relação com a empresa de Steve Jobs. Na verdade é um site que reúne os principais serviços que o Google já oferece para um acesso fácil e rápido (como se fosse um desktop). Você pode, por exemplo, incorporar o Google Agenda, o GMail, o Google Notícias e o YouTube em sua página, todos ao mesmo tempo, com um resumo de novas atualizações. Uma ótima idéia, não é?

Estes são apenas os exemplos mais simples do Google, que a cada dia surpreende a todos com seus novos serviços online. Entretanto, há uma variedade realmente enorme de tipos de aplicativos que já estão nas nuvens, incluindo desktops inteiros, que também têm seus aplicativos, como se fosse um sistema operacional inteiro online. Assim, você envia seus arquivos para estes sistemas online e pode acessá-los a partir dele mesmo.
E é devido ao grande interesse e investimento do Google em relação à computação nas nuvens que começamos a pensar: quando será que o Google criará seu sistema operacional online, juntando todas as ferramentas que temos em Windows, Macs e Linux em um lugar só, ou melhor, nas nuvens?


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Vídeo produzido pela National Geographic explica de forma simples como funciona a tecnologia que está revolucionando o acesso a conteúdos multimídia.


Eduardo Karasinski, www.tecmundo.com.br

Computação em nuvem vai criar cerca de 14 mi de empregos em todo o mundo

Estudo revela que o Cloud Computing (Computação na Nuvem) irá criar cerca de 14 milhões de novos empregos  em todo o mundo até 2015. Já as receitas de inovação em nuvem poderão atingir US$ 1,1 trilhão por ano até 2015. Para o Brasil, as perspectivas também são otimistas.

Até 2015, o mercado de Cloud Computing irá gerar cada vez mais empregos no País. Em 2012, estima-se um crescimento de mais de 85 mil vagas. Em 2013 serão 140 mil vagas adicionais, um ano depois, serão mais 242 mil vagas, e, em 2015, o acréscimo será de aproximadamente 415 mil vagas. Os números superam as perspectivas para o mercado de trabalho na Rússia e no Reino Unido.

China e Índia
Apesar dos bons números nacionais, o maior aumento de oportunidades vai ocorrer em outros mercados emergentes, como China e Índia. Segundo revelam os dados da consultoria de TI (Tecnologia da Informação) IDC, os dois países, juntos, serão responsáveis por uma oferta adicional de 6,75 milhões, entre 2011 e 2015. De acordo com o relatório, a principal justificativa para o grande aumento é a “imensa mão de obra da região”.
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O estudo também mostrou que o número de novas oportunidades geradas pela computação em nuvem será proporcional ao tamanho de cada indústria. Os setores que vão liderar a criação de vagas serão o bancário e o de comunicação, com 1,4 milhão e 2,4 milhões, respectivamente, de novas oportunidades. Segundo o relatório, esses segmentos vão gerar tantos empregos poorque são grandes e gastam muito com TI.

Para o chefe de pesquisas e vice-presidente sênior do IDC, John Gantz, é uma avaliação equivocada a de que o Cloud Computing é um eliminador de empregos. Na realidade, ele é, sim, um grande gerador de empregos. O crescimento das oportunidades deverá ocorrer em todos os continentes e em todos os tamanhos de organização, já que as cidades e empresas pequenas têm o mesmo acesso ao benefício da nuvem que as cidades e empresas grandes.

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ENTENDA A COMPUTAÇÃO EM NUVENS EM APENAS 90 SEGUNDOS 
Vídeo produzido pela National Geographic explica de forma simples como funciona a tecnologia que está revolucionando o acesso a conteúdos multimídia.


Via, www.infomoney.com.br

Entenda a computação em nuvens em apenas 90 segundos

 Vídeo produzido pela National Geographic explica de forma simples como funciona a tecnologia que está revolucionando o acesso a conteúdos multimídia.

Apesar de ser apontada como o futuro dos meios de armazenamento e do acesso à conteúdos multimídia, a computação em nuvens ainda parece um mistério difícil de compreender para muitos. Como forma de solucionar dúvidas sobre a tecnologia, a National Geographic desenvolveu um vídeo que explica todo seu funcionamento em somente 90 segundos.
Para aqueles que não entendem a língua inglesa, o Tecmundo reproduz abaixo as principais explicações oferecidas e adiciona dados importantes à explicação. Caso deseje se aprofundar no assunto, não deixe de conferir os artigos “O que é Computação em Nuvens?” e “Por que 2011 será o ano da computação nas nuvens?”.

Necessidade de somar

Sob um ponto de perspectiva histórico, há bastante semelhanças entre as necessidades dos homens que viviam nas cavernas e aqueles que habitam as cidades atuais. Além de comer, se proteger e produzir, nossos ancestrais tiveram que desenvolver meios simples de calcular a quantidade de bens que haviam acumulado, resultando na criação da própria matemática e instrumentos como o ábaco.
As limitações inerentes a tal ferramenta eventualmente levaram ao desenvolvimento das calculadoras. Apesar de realizar grandes somas, esse instrumento não tinha a capacidade de trabalhar com outras tarefas, tampouco oferecer acesso a músicas, listas de telefone, fotografias e vídeos – funções que um computador pessoal desenvolve muito bem por si próprio.
Porém, com a grande quantidade de conteúdos disponíveis na internet, novo problema foi criado. Apesar de os computadores terem capacidades de armazenamento cada vez maiores, nenhuma máquina tem espaço suficiente para armazenar todo o conteúdo da rede mundial de computadores. A solução foi desenvolver um meio que teoricamente não precisasse ocupar qualquer espaço, resultando no surgimento da nuvem.

A nuvem

Ao contrário do que muitos pensam, a computação em nuvens não dispensa em nenhum momento o armazenamento de arquivos em discos rígidos. A diferença é que, em vez de os arquivos ficarem guardados em um dispositivo na casa ou escritório do usuário, tal trabalho é realizado por servidores gigantescos que ocupam diversos galpões.

Embora pareça se tratar de uma novidade, o armazenamento na chamada nuvem acontece desde o princípio da internet, embora em escala bastante reduzida. Exemplo disso são as mensagens de email, que desde sua invenção dependem de servidores próprios aos provedores do serviço para funcionar corretamente.
O que torna a tecnologia tão interessante atualmente é que, devido ao avanço da capacidade de armazenamento de HD e das velocidades de conexão disponíveis, não somente músicas podem ser acessadas rapidamente. Filmes, séries, músicas, imagens em alta resolução e games de última geração são só alguns dos itens que podemos acessar atualmente através da nuvem.

Diversas vantagens

As vantagens de tal método de armazenamento são muitas para o usuário. Afinal, além de dispensar o download de documentos para poder utilizá-los corretamente, o acesso a eles depende exclusivamente de uma conexão com a internet e, no máximo, de um registro em algum endereço específico.
Ao guardar os arquivos em servidores com espaço virtualmente ilimitado (e que cresce a cada dia), a nuvem libera espaço no disco rígido do usuário e evita problemas decorrentes da falta de backups. Enquanto um usuário normal nem sempre se lembra de fazer cópias de segurança de seus arquivos, estas são estabelecidas de forma automática nos servidores dos serviços baseados na nuvem – até mesmo como uma forma de continuar oferecendo acesso a elas, caso alguma unidade de armazenamento utilizada apresente problemas.
Para que a tecnologia cresça e ganhe força, é imprescindível um trabalho conjunto entre produtoras de conteúdo e responsáveis pela infraestrutura da internet. Afinal, o aumento na quantidade de dados enviados exige redes capazes de lidar com grandes fluxos de informação sem perder qualidade ou desconectar os usuários pela exaustão de sua capacidade.


Via: http://www.tecmundo.com.br

 

 
 
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