
Publicidade: Brasil reúne hoje 45% do bolo na América Latina, o equivalente a US$ 15 bilhões
Rio de Janeiro - O Grupo de Mídia São Paulo lançou, na semana passada, a edição 2011 do Mídia Dados, anuário sobre os investimentos em publicidade na América Latina, que reúne dados dos principais institutos de pesquisa de mídia.
A publicação mostra que o país aumentou sua participação em investimentos de publicidade na América Latina em cinco pontos percentuais de 2008 para 2010.
A publicação mostra que o país aumentou sua participação em investimentos de publicidade na América Latina em cinco pontos percentuais de 2008 para 2010.
A publicação também aponta que a TV aberta elevou preços em 2010, mais na produção matutina e vespertina, e menos no horário nobre. As inserções no meio ficaram 11,9% mais caras.
A Rede Globo continua sendo o veículo com os preços mais altos, seguida de SBT, Band, Record e RedeTV!. A inserção mais cara da Globo (filme de 30 segundos) pode custar R$ 448,2 mil nos programas de maior audiência.
Na RedeTV!, a inserção mais cara chega a R$ 179,6 mil. Os preços dos demais veículos de mídia, como rádio e revistas, apenas acompanharam a inflação.
A Rede Globo continua sendo o veículo com os preços mais altos, seguida de SBT, Band, Record e RedeTV!. A inserção mais cara da Globo (filme de 30 segundos) pode custar R$ 448,2 mil nos programas de maior audiência.
Na RedeTV!, a inserção mais cara chega a R$ 179,6 mil. Os preços dos demais veículos de mídia, como rádio e revistas, apenas acompanharam a inflação.
Vieira acredita que o aumento do custo na TV aberta é natural. “A avaliação do custo está ligada à qualidade. A TV brasileira tem investido em tecnologia e, se compararmos com países desenvolvidos, o custo-benefício no Brasil é maior. De qualquer forma, o mercado acaba negociando isso (os preços)”.
Neste ano, o anuário também estará disponível para iPhone e, pela segunda vez, para iPad. No aplicativo para iPhone, há versão resumida do anuário, com foco nas planilhas e nos gráficos, e a possibilidade de realizar busca por palavras-chave.
Já para o iPad, há novos recursos, como a possibilidade de dividir o conteúdo nas redes sociais.
Keila Guimarães, do

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